terça-feira, 15 de outubro de 2013

18 + 1

Ontem completei 18 anos e 1 mês de vida! :D








Flora,Rodolfo,Fernanda e eu






Decidi postar essa homenagem do Rodolfo Correa pra mim :)









"Sobre crescer. . .

Dizem as leis que a pessoa ao completar 18 anos CRESCEU.

Não importa se essa pessoa é pequenina na estatura ou de grande imaturidade, ela CRESCEU.

As cobranças CRESCEM, assim como as dúvidas, medos e ansiedades.

Mas a força interior também se desenvolve, ela CRESCE, você CRESCE com ela.

Mas deve-se tomar cuidado ao CRESCER.

Uma vez ouvi dizer que as crianças seriam os salvadores, porque elas NÃO enxergam suas limitações! Traduzindo: elas PODEM tudo.

CRESÇA sim! Mas não deixe de sonhar e imaginar.

CRESÇA e voe, mas crie grandes asas e ajude às ex-crianças que ficaram pelo caminho e faça-as crer que também podem! 

Não deixe o mar te engolir;

Não deixe a guerra começar;

Olhe sim para o lado e dê de comer para quem tem fome.

Te deixo o mundo, passo-lhe o cetro. 

Sabe a música da pequena luz?! Chegou a hora de deixar ela brilhar.

Fim."

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Resumo

        Na semana passada li um artigo no site de vestibulandos, na verdade acho que é mais um texto informativo do que um artigo e a proposta era fazer um resumo sobre ele de 15 linhas. Digitado deu 17  : + manuscrito ainda não fiz, mas certamente espremeria horrores. hehehe
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           No texto de Rosa Bastos, intitulado de “Medos e fobias”, aborda o assunto descrito no próprio título  se aprofundando nas diferenças entre medo e fobia e pesquisas sobre a probabilidade da pessoa obter a fobia.
     Segundo a autora, medo é uma sensação de perigo e pode ser definido como ansiedade funcional, pois ele nos ajuda, como seres humanos, a nos precavermos em certas situações de forma que não sejamos afetados. Porém se tal medo se torna desproporcional à ameaça por definição irracional, passa a se chamar de fobia.
         Rosa, aponta três tipos de fobia: específica, social e agorafobia. A fobia específica é o medo excessivo e persistente de um objeto ou situação, como: medo de andar em elevador, medo de gatos etc. A fobia social é o medo intenso de situações que possam ocorrer embaraços e humilhação como: medo de falar em público, medo de ser observado etc. Já as pessoas que possuem agorafobia evitam situações em que seria difícil obter ajuda, preferindo a companhia de alguém intimo, em espaços fechados, ruas movimentadas e locais que as façam se sentir encurraladas como shoppings, pontes etc.
         De acordo com os estudos feitos e retratados no texto, dois terços a três quartos das pessoas afetadas têm parente de primeiro grau com fobia específica e também os parentes de primeiro grau dos indivíduos com fobia social têm cerca de três vezes mais probabilidades de serem afetados do que parentes de indivíduos sem perturbação. 

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 Achei muito interessante esse texto por trazer questões que eu não conhecia como a tal "agorafobia" e a pesquisa do tanto de gente afetada pela fobia.
Para quem quiser ver o texto inteiro este é o site:

Ignorem os comentários inúteis do site! (rs)


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sem nenhuma explicação



Olho pra janela,
Está chovendo lá fora,
E dentro do Coração de uma mulher
A tristeza invade,
Lágrimas não cessam.
Iriam fazer um de casados
E de repente,
Perde-se o que hoje é tão precioso: A vida!
Sem nenhuma explicação.

São tantos anos de espera,
Tantos anos para se conhecerem
E quando se realiza o sonho de reconstruir uma família
Tudo se vai,
sem nenhuma explicação.
Lá se vai seu amor,
Lá se vai sua alegria,
Lá se vai seu sonho.

Mas não te esqueças mulher;
Você nunca estará sozinha!
Há coisas na vida que só acontecem
Pra ficar de lembrança, e essa é uma delas.
Seja forte e corajosa,
Para superar essa tristeza.

Veja!
O sol está brilhando novamente,
E é esse mesmo sol que te trará de volta
A vontade de continuar seguindo...
Mesmo sem ter nenhuma explicação.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Música

Música:
Admiro quem as inventou.

É ela quem fala por você,
É ela que te define,
É só ela que "entende" o que você sente,
É ela que te anima, te acalma, te faz refletir...

Deixo aqui uma, que define meu estado de espírito atualmente

Antes do Final
Palavrantiga

Antes do final
Antes do rock soar
Antes do carnaval
Antes de tudo, ouvi

Antes de chegar
A luz do amanhecer
A grande onda no mar
Antes de tudo, eu vi

Antes de toda razão
Antes de pouco entender
Antes da base tremer
Antes de tudo, senti

Antes de escurecer
Antes do palco mudar
Antes do amor esfriar
Antes de tudo, perdão

Não espera o amanhã
Não espera bater
Não aguarde a sua banda passar


Não espera entender
Não espera enxergar
Não aguarde a história acabar.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Internação compulsória

Bom, fiz um artigo de opinião sobre internação compulsória.
Como estou em ano de prestar vestibular e o assunto é atual e muito discutido, achei importante escrever sobre ele.

“Coloque-se no lugar do outro”

Antônio, 43 anos, solteiro, veio do Ceará para São Paulo aos 21 anos, mora com sua irmã, tem seu emprego de serviços gerais durante o dia e nas noites se perde nas ruas em busca de crack.
Sou professor universitário daqui do estado de são Paulo, e em um debate sobre o tema “internação forçada de usuários de droga” decidi escrever esse artigo de opiniãopara mostrar minha posição .
 Fui à Cracolândia acompanhar com meus próprios olhos a vida desses usuários, quando conheci seu Antônio que me contou sua história deixando bastante claro que já chegou a parar de usar crack, porém não aguentou e recaiu.
                No Brasil, a lei prevê três tipos de internação: voluntária, involuntária ( em caso do paciente não tiver condições de decidir por si ele é internado por determinação do médico e familiares) e compulsória, ou seja, por decisão judicial. Segundo o desembargador Antônio Carlos Malheiros, do Tribunal de Justiça, os usuários serão levados ao local com o intuito de passar por uma análise médica, e se for necessária a internação e o dependente se recusar os promotores pedirão a decisão do juiz.
                Sempre cresci ouvindo minha mãe dizer: “ Coloque-se no lugar do outro.” E nesse momento tento me coloco como um dependente químico e chego a conclusão de que ninguém está nas drogas porque gosta e sim porque se sente, de alguma forma, carente de assistência , de uma vida digna que o Estado não oferece o suficiente. Dessa forma a pessoa encontra refúgio onde? No crack.
                Seu Antônio disse que já foi internado durante 3 meses numa clínica de recuperação evangélica isolada da cidade, o que não é nada bom, pois além do dependente ser levado para longe da sociedade,  ele se instala nessas instituições ouvindo que “Deus realizará a obra” sem o remédio, e quando se vê no desespero novamente sem forças pra enfrentar sozinho o vício ele foge, como aconteceu com Marcos,  outro usuário, de 32 anos, que conheci há uns 4 anos atrás.

                Portanto caros leitores, a minha proposta de solução é reivindicar uma ação do governo nesses pontos, oferecendo às vítimas do crack moradias assistidas juntamente com a sociedade em que eles vivem e não isolá-los como “bicho do mato” ou até mesmo construindo clínicas de recuperação que garantam a laicidade  do processo, para que assim se possa combater cada vez mais o uso crack no Brasil.